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Dicas de Moda
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Moda para grávidas: o guarda-roupa básico da gestação

Confira em quais peças vale a pena investir para montar um armário que acompanhe o crescimento da barriga, com muito estilo

Deborah Bresser |

Claudio Augusto
Grazi Massafera exibe a barriga de quase sete meses
Desista. Se você está grávida, mais dia, menos dia, suas roupas não vão mais servir e você terá de comprar peças adequadas à nova condição do seu corpo. “O principal erro das mães, principalmente as de primeira viagem, é querer comprar roupa um número maior”, alerta Daniela Lobo, proprietária da Zazou, loja especializada em roupas para gestantes. Achar que roupa de gestante é um desperdício, uma bobagem, e que um manequim a mais resolve é uma equação equivocada.

“Elas acham que vão conseguir usar as roupas que têm no armário, e um dia se dão conta de que nada mais serve”. Claro que ninguém precisa montar um guarda-roupa inteiro com roupas de gestantes, é um estado passageiro, mas que exige conforto ao se vestir. Nas mães de primeira gestação é comum a barriga demorar um pouco mais a aparecer, mas os seios logo exigem atenção. Eles aumentam, ficam doloridos, e pedem lingeries mais reforçadas, de alças largas e com boa sustentação.

No terceiro, quarto mês, mesmo quem está grávida pela primeira vez começa a perceber que a circunferência da cintura e da barriga não é mais a mesma. As calcinhas também devem acompanhar a nova silhueta, assim como os jeans, as calças e as camisas. “Roupa de grávida tem uma modelagem feita para o crescimento da barriga”, explica Daniela.

Ivone Nani, da grife Emma Fiorezi, há 25 anos no mercado de gestantes, também lembra que as grávidas só tem um formato de corpo diferente, mas mantêm a personalidade. “Sempre desenvolvemos a modelagem com esse cuidado, para não ser uma capa para cobrir um corpo, como se fazia antigamente. Cada cava, cada decote, tudo é estudado profundamente para acompanhar a modificação da silhueta feminina”, garante Ivone.

AgNews
Claudia Leite, outra grávida famosa, veste macacão, peça que muita gestante adora
“Elas precisam provar para entender a diferença”, diz Daniela, em tom de convite. Só vestindo é que a gestante vai perceber o quanto os detalhes fazem diferença no conforto e no contorno de seu novo corpo. “Tem as que preferem jeans que tem malha só no bolso, e só o bolso estica. As peças têm ajustes de elásticos, que podem acompanhar o crescimento da barriga. Tem aquelas que gostam das calças com elástico e malha na volta toda. Quando vestem, costumam perceber que era tudo o que precisavam... e não sabiam.”

Para uma grávida que engorda no ritmo sugerido pelos médicos, de 9 a 12 quilos, a numeração dela não muda. Se era 42, será 42 de gestante. E a tendência é a roupa servir até o final. Daniela ressalta que as peças são confeccionadas com esse propósito. Dos tecidos aos aviamentos, tudo é escolhido para resultar em roupas duráveis. Caso ela engorde além do previsto, essa matemática não fecha, e ela vai ter de mudar de numeração, pois além do alargamento do quadril, do crescimento do peito e da barriga, estará ganhando volume no resto do corpo.

“Antigamente, se vendia muito G, extra G. As mulheres comiam por dois, havia um mito de que a mãe engordar trazia benefícios ao bebê. Hoje, elas fazem acompanhamento nutricional e querem se sentir bem grávidas. Os filhos também são mais planejados, e há um desejo de exibir a silhueta da gestante. Nós temos roupas para todas as ocasiões da vida da mulher grávida, em tamanhos P, M e G, na linha casual e noite, além de homewear”, informa Ivone, da Emma Fiorezi. Confira, a seguir, algumas dicas para montar um guarda-roupa básico para passar a gravidez com conforto e estilo.

Reprodução
Compra básica: uma calça jeans específica para gestantes
PEÇAS CURINGAS
1 calça preta (legging ou de alfaiataria)
1 calça jeans
1 calça caqui
1 camisa branca (pode montar looks mais clássicos ou mais casuais)
1 vestido preto de malha (mudando os acessórios, pode ser usado no dia a dia e até em um coquetel à noite)
1 camiseta branca
 

DICAS
Busto: sempre fica maior, pode abusar dos decotes.

Barriga de fora: não é indicado. Se a grávida estiver no fim de semana, na praia, com a família, tudo bem. Mas, na cidade, não é preciso se expor dessa maneira. “A grávida já é muito solicitada, todo mundo pergunta o sexo, para quando é, de quanto tempo ela está... já tem de dar muita informação. É melhor se manter mais reservada no visual”, aconselha Daniela, da Zazou.

Salto alto: se ela estiver acostumada, tudo bem, mas o melhor são os saltos menores, de 4 cm , 5 cm. A gestação altera o centro de gravidade da mulher, muda o ponto de equilíbrio, e o salto não ajuda. O melhor é abusar das rasterinhas, sapatilhas, sem falar que algumas gestantes têm inchaço nos pés e o ideal são sapatos que não apertem muito e que não tenham elásticos.

Lingerie: ela deve procurar as calcinhas com sustentação na barriga. Deixe o fio dental para outros momentos da vida. Hoje em dia há linhas de lingerie pensadas para grávidas, é possível se olhar no espelho e se sentir bem.

Cintura: a medida abaixo do busto é a cintura da grávida. Ela não se altera na gestação e o uso de peças com corte império ajuda a delimitar a diferença do busto com a barriga. A grávida fica com uma silhueta mais elegante. Marcar o fim da barriga também é indicado para quem quer valorizar a barriguinha.

 

Divulgação
Looks da coleção Emma Fiorezi: modelagem estudada para acompanhar o crescimento da barriga

 

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